Xangai fechou o dia com leve queda de 0, 26% e Schenzen com - 1,86%. Isso, em grande parte, foi resultado da decisão do banco central chinês, o Banco do Povo da China, de injetar 130 bilhões de yuans (cerca de R$ 80 bilhões) no sistema financeiro, na tentativa de acalmar os investidores.
No primeiro dia útil de 2016, os mercados de todo o
mundo sofreram as consequências das quedas nas Bolsas de Valores chinesas, que
precisaram ser interrompidas pela primeira vez na história. As Bolsas da Ásia
caíram após divulgação de dados decepcionantes sobre a produção chinesa, pelo
décimo mês consecutivo, e com o aumento das tensões no Oriente Médio, onde
Arábia Saudita e Bahrein cortaram relações com o Irã. Os maus resultados de
ontem refletiram nas bolsas de todo o mundo, inclusive no Brasil, onde o dólar
chegou a ultrapassar a marca de R$ 4.
O novo sistema das bolsas de Shenzhen e Xangai inaugurado ontem, chamado
“circuit braker”, é programado para uma pausa temporária de 15 minutos quando
for registrada queda de 5% e fecha o pregão no caso de uma redução de 7%
(ANSA).